terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Release_Conheça as novas fragrâncias da Natura

Natura Homem Sagaz e Kriska Drama, as novas fragrâncias masculina e feminina da Natura, chegam ao mercado esbanjando sensualidade.

Natura Homem Sagaz

Com notas de madeiras quentes e toque apimentado, Natura Homem Sagaz marca a estreia de Natura Homem no caminho olfativo amadeirado oriental, tendência na perfumaria mundial. Relançada em julho deste ano, Natura Homem, linha premium da Natura de Perfumaria e Cuidados Pessoais masculinos, apresenta a nova fragrância da marca, uma moderna combinação de notas licorosas e madeiras quentes com um toque apimentado. O resultado é um perfume ousado para o homem que sabe o que quer! Cocriação entre Verônica Kato, perfumista exclusiva da Natura, e o perfumista francês Antoine Maisondieu, Natura Homem Sagaz faz uma interpretação moderna do caminho olfativo amadeirado oriental, tendência na perfumaria mundial, e é a fragrância mais ousada e sensual da linha. “Ele traz o caminho amadeirado mais intenso com toque apimentado, sendo ideal para usar em ocasiões especiais à noite”, diz Verônica Kato. Além disso, o deo parfum possui longa duração e boa fixação na pele.

A cor vermelha combinada ao estilo minimalista do frasco ajuda, ainda, a transmitir a ideia de sensualidade e sofisticação, perfeito para homens que querem expressar seu estilo autêntico de ser.

Mapa Olfativo

Perfume amadeirado intenso, perfeito para ocasiões especiais

Notas de Saída: Mandarina verde, Erva Cidreira, Sálvia

Notas de Corpo: Pimenta Preta, Noz Moscada, Ameixa Preta

Notas de Fundo: Cedro, Âmbar, Fava Tonka

  
Kriska Drama

Kriska é referência na perfumaria feminina com suas criações no caminho adocicado. Desta vez, entra para a família uma combinação surpreendente e autêntica, o novo deo colônia Kriska Drama. Uma fragrância surpreendente e carregada de emoção, que traz ingredientes texturizados em um acorde de açúcar derretido com nozes e avelãs torradas. Além disso, se diferencia da fragrância clássica da linha pela construção moderna de ingredientes ao unir o adocicado com a cremosidade das favas de baunilha e notas amadeiradas. Caminho olfativo que traz modernidade e jovialidade à marca. A nova fragrância é intensa e se propõe perfeita para ser usada em ocasiões especiais.


A partir do lançamento de Kriska Drama, a perfumista Veronica Kato afirma que a Natura entra em cena trazendo um perfume focado totalmente no caminho adocicado: “Foi um grande desafio inovar em uma das marcas mais conhecidas da perfumaria da Natura e em um caminho tão adorado pelas brasileiras, sem perder a sofisticação e cair no lugar comum”, completa. “Estou muito feliz com o resultado.”

E que venham as festas!

Mapa Olfativo: adocicado, intenso e ocasiões especiais.

Saída: Notas de mandarina, nectarina, maçã, pera e frutas vermelhas.

Coração: acordes praliné, peônia, jasmin e floral branco.

Fundo: patchouli, âmbar, cedro, sândalo, musk, fava tonka, caramelo e baunilha.
  

Todos os produtos citados acima podem ser encontrados na Rede Natura.

sábado, 2 de dezembro de 2017

Movimento #adorobatom _ Lançamentos Natura

Una, Aquarela e Faces lançam novidades em cores, texturas e acabamentos nos produtos para os lábios. As marcas oferecem ainda os menores preços do ano nos lançamentos e principais linhas de batons.

A Maquiagem Natura lança neste final de ano o Movimento #AdoroBatom com promoções, acessórios exclusivos e novos produtos de UNA, Aquarela e Faces. Essa movimentação do portfólio de maquiagem acontece uma vez ao ano e vem sempre repleta de novidades.

A variedade de cores, acabamentos e formatos dos batons da Maquiagem Natura entram em promoções que chegam a 50% de desconto. Durante o Movimento #AdoroBatom é possível encontrar os melhores preços do ano dos batons recém-lançados e dos queridinhos de cada marca, além de produtos de edição limitada e acessórios exclusivos.

“Para o Movimento #AdoroBatom deste ano trouxemos novidades incríveis de batons nas nossas três marcas de maquiagem - com produtos de diferentes cores e texturas que atendem a todos gostos, bolsos e ocasiões. São também ótimas opções para presentear e deixar o nécessaire cheio de tendências para variar nos looks do final do ano”, comenta Erica Vieira, gerente de Marketing de Ativação da Maquiagem Natura. 

Confira a seguir todos os batons que compõem os lançamentos do Movimento #AdoroBatom:

UNA batom Extreme Matific FPS 15

Una, a marca premium da Maquiagem Natura, apresenta o lançamento do batom Extreme Matific FPS 15. Em acabamento matte de cor intensa e textura aveludada, o produto tem longa duração de até 12 horas e fórmula com manteiga de cacau que garante hidratação restauradora aos lábios, além do formato diferenciado que facilita a aplicação e permite um contorno preciso.

O lançamento vem em cinco tons e passa a compor o portfólio de batons da marca. 






Aquarela batom Sheer FPS 8

Seguindo as tendências mundiais de maquiagem, a marca Aquarela lança um acabamento inédito para a Maquiagem Natura. O novo batom Sheer FPS 8 possui brilho, sem glitter e sem gloss, que deixa os lábios com aparência mais volumosa e com efeito molhado – o mais desejado do momento. Além disso, tem uma textura levíssima e confortável, que desliza com facilidade e hidrata imediatamente os lábios. O batom está disponível em seis cores nos tons pink, rosa (claro e escuro), roxo, vermelho e vinho que passam a compor o portfólio da marca.


Faces Coleção Dreamers SP

Com o conceito “#tánacara #tánarua”, a linha de maquiagem Faces trouxe em fevereiro de 2017 uma nova proposta que busca dialogar com jovens urbanos e modernos. A marca se reinventa e conectada com as ruas, acompanha as transformações que acontecem ao redor do mundo. Em novembro, Faces lança a Coleção DreamersSP que está totalmente conectada ao espírito urbano da marca e pretende conquistar os apaixonados pela cidade de São Paulo. 

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Natura é a empresa mais sustentável do ano!

Para Natura, a sustentabilidade tornou-se parte indissociável do negócio — um princípio que a levou a desbravar fronteiras na Amazônia há quase 20 anos

UMA ESTRATÉGIA FEITA PARA DURAR

Até meados da década de 90, a paisagem da zona rural de Abaetetuba, no nordeste do Pará, era tomada por pastagens degradadas. O cenário resultava das queimadas entre as safras de cana-de-açúcar e outras lavouras de ciclo curto que dominaram a região por anos. Nos últimos cinco anos, porém, nenhum foco de incêndio foi registrado nessa região. O fortalecimento da demanda por alimentos feitos com açaí tornou o desmatamento um mau negócio na última década. Mas não só. Espécies como a andiroba, o murumuru e a ucuuba — até então cortadas para a venda de madeira — também passaram a ter um valor de mercado inédito para os produtores locais. A razão: os óleos e as manteigas extraídos dos frutos e das sementes dessas árvores. Para ganhar dinheiro, foi preciso conservar o que estava de pé — e começar a reflorestar o que havia sido derrubado.
Boa parte da matéria-prima extraída ali vai para as linhas de produção da fabricante de cosméticos Natura, que havia quase uma década estudava as características dessas espécies em busca de fragrâncias e ativos hidratantes para a pele e para os cabelos. Centenas de famílias de fruticultores de Abaetetuba são fornecedoras da companhia desde 2006. “Entrar nesse mercado nos deu mais segurança financeira e profissionalizou nossa gestão”, afirma Raimundo Brito, presidente da Coperfruta, cooperativa parceira da Natura no Pará. Para algumas dessas famílias, a renda anual mais que dobrou — de 12.000 para 28.000 reais.

Hoje, a Coperfruta tem uma usina própria de beneficiamento de óleos e manteigas, resultado de um investimento direto da Natura em 2008. A estrutura viabilizou uma produção diária de 300 quilos, capacidade de processamento quase quatro vezes maior do que a registrada quando esses agricultores viviam somente da produção de açaí. O salto de produtividade, alcançado no ano passado, mira atender uma demanda nova, posta também pela Natura: o óleo de patauá, fruto do patauazeiro, palmeira amazônica que chega a 25 metros de altura e demora até 15 anos para frutificar por completo.

Mais conhecido como azeite amazônico, o ingrediente é tradicionalmente usado para cozinhar e está espalhado por várias partes do bioma, das margens do Rio Tocantins às imediações da Reserva Extrativista Chico Mendes, no sul do Acre. Foi lá que, em 2007, com base em depoimentos de mulheres que usavam o óleo para tratar os cabelos, que os pesquisadores da Natura começaram a investigar as propriedades da substância. Em setembro deste ano, ele foi incorporado ao portfólio de produtos para cabelos. O sucesso da linha superou a expectativa — e a safra deste ano não dará conta da demanda.

Linha de produção da Natura em Cajamar, em São Paulo: a linha Ekos incorporou ingredientes da Amazônia no início dos anos 2000

Tal descompasso entre o ritmo de lançamento de produtos e o volume necessário para atender clientes seria motivo de preocupação para muitas empresas. Não é assim no caso da Natura. A companhia define regras claras de exploração para seus fornecedores. Elas levam em conta os diferentes ciclos da biodiversidade — e, com base neles, limites são estabelecidos para garantir a disponibilidade da matéria-prima no longo prazo. É o caso da colheita da ucuuba, árvore sob risco de extinção. Só 60% das sementes podem ser recolhidas. O restante é deixado para que os animais espalhem naturalmente. “Quando todo mundo falava em just in time, partimos para o season in time”, afirma Pedro Passos, um dos três sócios-fundadores da Natura, em referência à complexidade do modelo de negócios, dependente da sazonalidade da matéria-prima (veja entrevista na pág. 198).
Área de conservação no Pontal do Paranapanema, em São Paulo: a empresa ajuda a manter 257 000 hectares de floresta em todo o Brasil | Divulgação


A opção pelo relacionamento estreito dá mais trabalho, sem dúvida. Mas também compensa. Nos últimos seis anos, desde que iniciou a empreitada de formar fornecedores locais, a Natura movimentou 1,1 bilhão de reais na região amazônica, um dos fatores decisivos para que fosse apontada como A Empresa Sustentável do Ano pelo Guia EXAME de Sustentabilidade 2017. É inédito, nos dez anos em que o guia escolhe a melhor entre as melhores, que uma companhia leve o prêmio pela segunda vez. No caso da Natura, a soma de investimentos na Amazônia inclui a ampliação da capacidade produtiva das comunidades, pesquisas sobre a biodiversidade local, a reforma de escolas rurais, a compra das matérias-primas e a construção de uma fábrica no Pará, a primeira fora de São Paulo.

Hoje, 375 pessoas dedicam-se diretamente ao tema nas -áreas de sustentabilidade, suprimentos, inovação e produção industrial, sobretudo na gerência de relacionamento e abastecimento da sociobiodiversidade, constituída especialmente para isso em 2012. A partir de uma pequena rede de quatro comunidades, a Natura ampliou seu alcance para 28 municípios — um total de 2.841 famílias e mais de 8.000 pessoas nos estados de Amazonas, Amapá, Rondônia, Pará e Maranhão (veja quadro ao lado). Boa parte da matéria-prima é processada no Ecoparque, área de 173 hectares construída em 2014 às margens da rodovia PA-391, no município de Benevides, para funcionar como um condomínio de empresas que, em simbiose, poderão aproveitar resíduos industriais entre si, num ciclo fechado.

Até agora, apenas a Natura e a alemã Symrise, fabricante de fragrâncias, estão instaladas, ainda que a região seja fornecedora de 25 empresas que processam ingredientes naturais. Nos últimos três anos, a Natura transferiu para Benevides 80% de sua produção de sabonetes e 98% da mão de obra empregada é local. “Desfizemos a ideia de que a floresta é apenas fonte de recursos e de que a riqueza deve ser processada fora dela”, diz Luciana Villa Nova, gerente de sustentabilidade da Natura. Hoje, 20% de todos os insumos comprados pela Natura vêm da Amazônia. A meta é chegar a 2020 com uma fatia de 30% a partir da produção de 10 000 famílias. “A Natura não vai mudar a economia da Amazônia sozinha, mas está mostrando um caminho”, afirma Carlos Nobre, climatologista e conselheiro independente da Natura para a região.
Escritório da Natura em São Paulo: 100% da madeira utilizada no prédio, inaugurado há dois meses, é certificada

Parte relevante dos avanços da Natura na seara da sustentabilidade ocorreu nos últimos dois anos — período nada fácil para o país. Nem, claro, para a empresa. O mercado de cosméticos encolheu pela primeira vez em 2016. Nesse período, a anglo-holandesa Unilever assumiu a liderança do setor. A Natura precisou repensar o modelo de negócios, até pouco tempo exclusivamente baseado na venda direta. Hoje existe também uma rede de lojas físicas e houve um incentivo às vendas online. Os resultados começam a aparecer. A receita líquida da Natura registrou alta de 10,6% no terceiro trimestre, em comparação com o mesmo período do ano passado. O lucro líquido foi 136,8% maior do que no terceiro trimestre de 2016, chegando a 166,7 milhões de reais.

A compra da britânica The Body Shop, em julho deste ano, por 1 bilhão de euros, reforçou o objetivo de ampliar os canais de venda, além de avançar na presença global. A aquisição também tem um aspecto quase filosófico. Assim como a Natura, a The Body Shop sempre investiu na sustentabilidade como parte indissociável de seu negócio. “É nisso que acreditamos, é nossa razão de ser”, afirma Luiz Seabra, fundador e copresidente do conselho de administração da Natura.

Ao mesmo tempo em que acelerou novas frentes de negócios, a companhia deu força para seus indicadores de sustentabilidade. Um dos exemplos é o esforço para medir seu impacto para além do fluxo de renda das comunidades fornecedoras. Faltava à empresa métricas que revelassem se isso estava, de fato, promovendo transformações sociais nos territórios em que atuava. Para dar conta disso, em 2015 a Natura escolheu um conjunto de famílias moradoras da região do médio Juruá, às margens do Rio Juruá, no Amazonas, para fazer uma medição.

A companhia aplicou ali, com base em pesquisas de campo, o Índice de Progresso Social, metodologia criada pelo economista americano Michael Porter como alternativa aos indicadores exclusivamente baseados em dinheiro, como o PIB. O levantamento revelou que apenas 5% das casas da área tinham banheiro conectado à rede de água e esgoto — e que só um terço dos moradores com mais de 18 anos havia completado o ensino fundamental. De lá para cá, a rede de saneamento básico foi concluída e uma escola de ensino médio e técnico foi erguida. A meta é estender o levantamento às demais áreas em que atua.

A compra de insumos para suas fábricas não é a única preocupação da Natura em relação à sustentabilidade. É algo que está presente nas decisões mais corriqueiras, como a escolha dos móveis de madeira 100% certificada que decoram a nova sede da companhia em São Paulo, inaugurada há dois meses. E em outros dilemas do negócio. Todos os perfumes da companhia levam álcool orgânico. O descarte das embalagens também se tornou outra preocupação constante. A empresa foi pioneira no setor de cosméticos ao colocar no mercado refis de seus produtos ainda nos anos 80. Em 2010, começou a substituir o polietileno convencional, substância presente na maioria dos plásticos, por polietileno verde, feito com cana-de-açúcar, fonte renovável e menos danosa ao meio ambiente.

Em 2013, lançou a linha Sou para cabelos e pele com embalagens flexíveis e 70% menos volume de plástico — ainda que seja confeccionada por um conjunto de materiais de difícil separação. O objetivo é que a quantidade de matéria reciclada nas embalagens chegue a 10% nos próximos três anos. Em 2017, os produtos Ekos foram envasados e embalados com base no reaproveitamento de 6 milhões de garrafas PET e 48 toneladas de papel. “Não existe embalagem com impacto positivo para o meio ambiente, mas há como minimizá-lo”, afirma Keyvan Macedo, gerente de sustentabilidade da Natura.

Loja da The Body Shop em São Paulo: rede britânica foi adquirida por 1 bilhão de euros neste ano

Apesar de ter muito a fazer, os executivos da Natura sabem o impacto que teriam gerado se não tivessem trilhado esse caminho. E sabem mesmo, na ponta do lápis. Ao longo de 2014 e 2015, a empresa mapeou mais de 900 processos desde a extração de matérias-primas até a produção e a distribuição de mais de 2 500 produtos, com base no ano de 2013. Foi possível contabilizar o impacto provocado pela geração de resíduos sólidos, uso da terra, consumo de água e poluição do ar, entre outros aspectos. O resultado: suas operações custaram à sociedade 132 milhões de reais naquele período. A maior parcela de danos diz respeito às emissões de gases de efeito estufa. Se a Natura não tivesse implementado programas voltados para a redução da pegada de carbono, como a adoção do plástico verde e o uso do -álcool orgânico nas fórmulas, o estrago teria sido 24% maior. A Natura foi a primeira companhia a publicar dados desse tipo na América Latina — e a única de seu setor.

Bem antes de ter esses números à disposição, a Natura já mapeava suas oportunidades de corte de emissões. E uma diretriz foi estabelecida no combate à mudança climática há 20 anos: o que não pudesse ser reduzido deveria ser compensado. Foi a partir daí que a empresa, em 2007, neutralizou suas emissões de carbono. Tudo o que a companhia despeja na atmosfera é completamente neutralizado pela conservação ou pela recuperação de áreas de floresta das quais compra créditos de carbono. De lá para cá, a empresa ajudou a manter de pé 257 000 hectares de floresta em todo o país e diminuiu suas emissões em 33%. Para 2020, a meta é reduzir uma fatia semelhante. E mais do que poluir menos o planeta, a meta também significa dinheiro no bolso. Neste ano, o indicador de carbono terá um peso de 7% na parcela variável da remuneração dos funcionários. No ano passado, o bônus não foi pago integralmente. “Nossa obsessão é por este tipo de cultura: a cultura da sustentabilidade”, afirma João Paulo Ferreira.